
Bem, neste mês de Novembro do ano de 2009 é um ano especial, é o ano em eu e minha querida esposa Cecilia comemoraremos 15 anos de matrimônio.
Ela é uma pessoa fantástica, as vezes faz papel de mãe, as vezes de filha, as vezes é forte, as vezes sensível, as vezes alegre, as vezes triste, mas sempre cuidando da familia do jeito dela...
E como toda mulher, sempre forte, forte na saúde, forte nas opiniões, forte nas decisões.
Mas as vezes o matrimônio passa por dificuldades, como uma onda, as coisas acontecem com intensidade, coisas boas e ruins, e depois acontecem com serenidade, aprendemos a lidar com estas situações que todo casal atravessa e este período em que vivemos hoje é muito melhor do que no início...
As vezes cometemos erros, palavras que não deveriam ser ditas, mas que na hora da nossa razão somos implacáveis em dizê-las...
Mas lá se vão 15 anos...
A estória abaixo explica meu sentimento, hoje sou grato pelas dificuldades que passei, pelos problemas que causei, pelas facilidades que criei, e pela família que formei...
É na dificuldade que nos tornamos melhores...
O Amor
Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros. Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:
_ Fujam todos, a ilha vai ser inundada. Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha. Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda. Estava passando a riqueza e ele disse:
- Riqueza, leve-me com você. Ela respondeu:
- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber. Passou então a vaidade e ele pediu:
- Oh! Vaidade, leve-me com você.
- Não posso você vai sujar o meu barco. Logo atrás vinha a tristeza.
- Tristeza, posso ir com você?
— Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha. Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar. Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.
- Sobe, amor que eu te levo. O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui? Ela respondeu:
- O tempo. - O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?
- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor...
Cecilia, eu te amo!!!
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